Render é a forma de vencer …

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Quem conhece os ensinamentos da Psicologia e Filosofia Budista Tibetana sabe que a raiz do nosso problema é não reconhecer a nossa natureza de puro amor , de felicidade autêntica , de liberdade absoluta. Esse não reconhecimento traz todo o tipo de neuroses à nossa mente que , mais cedo ou mais tarde , se reflectem também no nosso corpo. Essa ignorância ou rejeição do que verdadeiramente somos leva-nos à construção de máscaras de sobrevivência que se vão sobrepondo umas nas outras e nos afastam mais e mais da nossa pureza… Mas desde que nascemos , nem ninguém , nem a sociedade , nos ensina a viver , mas apenas a sobreviver… E sempre que essas máscaras resultam , mais as usamos , mas também mais nos afastamos da verdadeira natureza… E quando não resulta , não compreendemos e julgamos , a nós e a tudo e a todos , e “se correr tudo bem” , construímos outras máscaras… e assim por diante… lutando pela sobrevivência num mundo competitivo onde a imagem , os números nos tornam mais “fortes”… agindo como se o mais “forte” é que vence… Mas que significa vencer? Mas também que significa perder? Porquê tanta luta , em que o nosso maior adversário somos nós mesmos? Porquê tanta necessidade de termos a aprovação dos outros? E quando não queremos a aprovação , porque rejeitamos tanto a sociedade e os outros e , em especial , a nós mesmos?
Já há alguns anos , através das práticas e experiência , que reconheci que não é lutando com as nossas “fraquezas” que nos vamos libertar delas , pelo contrário … E lutar é ignorá-las como deitando-as por debaixo do tapete , é rejeitá-las como se não fizessem parte nós , ou fugir delas como se assim nos fizéssemos superiores a estas , ou então deixá-las contaminar-nos por rejeições ainda mais profundas que se expressam em doenças , vícios , depressões , estados de ansiedade , irritabilidade e insatisfação… Esquecendo-nos que serão sempre obstáculos , enquanto não as aceitarmos com contentamento , ou as abraçarmos como uma mãe abraça o seu bebé indefeso… pois só assim se dá lugar a transformação.
E é fácil reconhecer que no momento da transformação o amor e a compaixão são fundamentais para que essa reação transformadora possa ocorrer. É lógico! É a lei da natureza!
E também reconheço que existem muitos métodos para se lá chegar … mas se por um lado , a mente precisa de colaborar , com a tomada de consciência , entendimento , compreensão , geração de amor e compaixão … por outro , o corpo pode servir de acelerador , porque a mente já está muito viciada , com muitas manhas , vícios e sozinha dificilmente chega lá … O corpo é a enzima que acelera o processo , porque neste corpo existe energia onde estão registados todos os nossos bloqueios , obstáculos , emoções , rejeições … e com o trabalho específico que recorre a exercícios energéticos profundos , meditações e visualizações é possível libertar a energia bloqueada. Logo é possível ir retirando as máscaras que escondem a nossa natureza.

 

The Warrior of Love

The warrior spends all his life fighting

It is fighting that he wins,

It is fighting that he looses.

When he wins, he gains strength to go on,

When he looses, he gains courage to never give up.

The warrior fights until the moment he finds love…

Because he loves, he opens his heart even more without

fear,

Because he loves, he surrenders like never before without expectation,

Because he loves, he finally knows the happiness!

But in all his existence,

fighting only taught him two possible ways:

to win or to loose…

So, without awareness

The warrior invites again his demons:

the fear of losing the happiness,

the fear of incurring the suffering…

Because that is the only way he thinks he can win

But that is also the way he can loose…

And once more he fights fiercely

looking for peace, looking for love, looking for silence.

Until the moment he discovers

While he does not surrender to devotion and the pure love

the war that he creates will never have an end.

The fight that gave his life meaning,

Has meaning no more…

Because where there is love, there is freedom,

where there is freedom,

there is nothing to loose or nothing to win…

Because where there is freedom,

There is nothing to be born or nothing to die,

There is no beginning or ending.

Finally, the brave warrior just relaxes

in the infinite space of the surrendering…

And in that moment he realizes that, after all,

everything that he fought for

is what he already was, is and always will be:

just LOVE!

Ana Taboada , 08.07.2011

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