Yoguis do Tibete

Tummo é a sabedoria do fogo interno!

 

Caros amigos e amigos,

 

No próximo sábado irei 3 semanas explorar as montanhas magestosas e os lagos de sonho dos Açores. Quando regressar vou diretamente para o retiro de Tummo com o meu mestre Tulku Lobsang na Figueira da Foz.

 

Este artigo pretende ser uma breve apresentação a esta técnica magnífica e muito poderosa. Tradicionalmente é um método apenas transmitido de Mestre a discípulo após o aluno ter recebido iniciação. Mas com a invasão da China ao Tibete, estes preciosos ensinamentos arriscam-se a perderem-se. Por isso, houve necessidade de mestres tibetanos – tulkus – começassem a vir para o ocidente ensinar estas técnicas sagradas e secretas.

 

É um privilégio para nós termos a possibilidade de recebermos este tipo de ensinamentos. É nosso dever dar-lhes o valor merecido e esforçarmo-nos por praticarmos o melhor que sabemos e podemos.

 

Tummo é a minha prática de yoga favorita e aquela que pratico todos os dias sem excepção! Com este método transformei a minha vida, o meu corpo e a minha mente. O meu entusiasmo e motivacão é tanta que já pratico sem esforço!

 

Num primeiro nível proporciona-nos saúde e felicidade. A um nível mais profundo, dá-nos a oportunidade de sairmos do sofrimento samsárico e atingirmos a iluminacão. Grandes mestres e yoguis atingiram a iluminacão com estas práticas, como por ex. o famoso yogui Milarepa!

 

É meu sincero desejo que esta esta prática chegue a cada vez mais pessoas. É uma prática que exige esforço e dedicação, mas o mais importante é a correcta motivação! 🙂 A energia de Tummo é sabedoria, é compaixão, é amor… tem o poder de criar, de curar, de transformar! 🙂

 

Deixo-vos este vídeo muito interessante:

 

E algumas palavras de Tulku Lobsang:

“O significado de Tummo é sabedoria do fogo. Tummo é um movimento físico praticado enquanto se retém a respiração num modo especial, e simultaneamente, se visualiza. Através da combinação destes três elementos podemos gerar um fogo interno que queima todos os chacras, mesmo aqueles que a prática de Lu Jong e Tsa Lung não eliminou. Este fogo vai queimar todo o mau karma passado. Pretendemos dizer com isto, que são queimadas as memórias kármicas gravadas. Nunca estamos libertos dos nossos karmas porque nunca estamos libertos das nossas memórias gravadas. Memórias gravadas são chacras. Não é necessário arder fisicamente todas as memórias passadas gravadas, maus karmas e más memórias porque os nossos chacras são tão subtis que são invisivéis. Com as técnicas normais é impossível abrir estes chacras; eles têm que ser queimados. O que significa queimar um chacra? Se não há qualquer chacra, isso quer dizer que não há qualquer bloqueio. Então dizemos que existe um canal, mas isto não significa que seja como um túnel ou um tubo, porque estas são coisas físicas. Por canal, queremos apenas dizer que não existe qualquer bloqueio. Quantos menos bloqueios tivermos, mais abertos somos. Continuamos a abrir cada vez mais até que a determinada altura somos infinitos. O nosso coração, a nossa energia, o nosso amor—tornam-se infinitos. Isto é o que chamamos um canal. E para atingirmos isto utilizamos a sabedoria do fogo interno.”

 

Que o Dharma possa ser preservado de forma autêntica e pura!

 

Com toda a minha dedicacão e amor,

Ana Taboada,

 

 

 

 

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